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A força de Clay, a construção de Clay, a ponte de Clay

Eu admiro bastante o trabalho do Markus Zusak desde que tive a oportunidade de ler A Menina que Roubava Livros, em 2009, e a partir de então espero pela oportunidade de ler esse livro. Era sempre uma agonia saber que ele estava trabalhando na escrita, mas nunca dizia quando a sua próxima obra seria lançada. Esperei pacientemente. Então o livro foi terminado e publicado. Saí correndo e o comprei o mais rápido que pude.
Dessa vez, Zusak não me levou para a Alemanha, mas sim para uma cidade pequena da Austrália. Estando lá, fui apresentado a uma família singular, composta por um pintor, uma pianista refugiada e cinco garotos terrivelmente encrenqueiros. Era a família Dunbar. Uma família que, apesar de seu arranjo diferenciado, era uma célula comum, com seus perrengues e redenções diárias.
Porém, quando a conhecemos, o que era a família Dunbar já não existe mais: com a morte de Penélope, a mãe dos moleques bagunceiros, tudo se desfez. O pai, desnorteado, foi embora e abandonou-os à própr…

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